sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Um dia feliz!


No dia 29 de Setembro, o nosso curso integrou uma visita de estudo ao Parque Biológico de Gaia.

Uma manhã radiante, com um lindo sol a brilhar e um dia muito especial para mim, porque fazia mais um aninho de vida. Todos os formandos estavam radiantes com a chegada a Gaia. Fizemos um piquenique em união, e foi muito bom partilhar este momento no meio da natureza.

Depois disto tudo, começou a visita de estudo que se estendeu pelo parque onde vivem em estado selvagem centenas de espécies animais e vegetais. Também milhares de pássaros dos mais pequenos aos enormes, como os abutres, gamos, texugos, cavalos, esquilos, cabras-bravas e entre outros o animal que eu mais adorei foi o esquilo - nunca tinha visto este animal assim tão perto... é tão engraçado.
Além de animais tinha plantas como maias, cameleiras, oliveiras, acanto, arruda, entre muitas outras. Havia árvores diferentes e a árvore dos sonhos - que eu achei muito engraçado por abrigar um livro com histórias!

Com esta agitação toda nem dei conta que percorri 3 km a pé. Ia tão divertida e entusiasmada com admiração em ver os animais tão perto de mim que por momentos esqueci-me de onde estava! Foi uma tarde maravilhosa que passei onde pude apreciar a natureza com outros olhos. E o melhor momento... conseguirmos inspirar profundamente o ar que nos rodeava e sentir a sua pureza, sem a mistura da poluição dos carros.

Para terminar esta visita em e com o bom humor dos formandos e da formadora, demos uns passinhos de dança - o que foi muito bom!

Adorei esta visita! Foi um dia magnifico para mim! Não me vou esquecer deste dia e um obrigado para quem contribuiu para que ele corresse tão bem!

ANA ISABEL SOUSA

A vida e a natureza


Visita de estudo ao parque biológico de Gaia.
No dia 29 de Setembro de 2009 fomos visitar o Parque Biológico de Gaia. Estamos a trabalhar um tema “ S.O.S. Terra” e o parque enquadra-se na realização do nosso trabalho.
Chegámos ao parque por volta do meio-dia, altura propícia para desfrutar de um almoço ao ar livre na companhia de paisagem totalmente verde.
A tarde estava a começar muito bem, almoçámos a divertirmo-nos. A nossa colega Ana Isabel fez anos e então festejou connosco o momento. Aproveitamos também para bestar um pouco.
No fim do almoço, fomos visitar uma exposição alusiva a Charles Darwin e ao seu trabalho sobre as espécies - muito encantadora! Toda a gente tirou fotografias. Divertimo-nos muito!
Mas entretanto o momento pelo qual eu mais esperava chegou! Fiquei maravilhada com a beleza daquele parque biológico. Eu sempre fui ligada à natureza. Esta mesma me fascina!
Vi de tudo! Desde pássaros a esquilos, fotografei muito! Aquela brisa de ar puro, o sol a sorrir, aquele som dos animais é um verdadeiro encanto!
Entretanto chegámos ao Biorama, um espaço onde encontrámos uma bela exposição dividida numa zona húmida e deserta, com animais e paisagens artificiais.
Continuámos o nosso percurso. Também havia plantação de alimentos biológicos, um porquinho, um burro (animal em vias de extinção), tudo isto é exuberante.
Percorremos 3km, confesso que fiquei um pouco cansada, mas adorei muito!

ANA SOFIA

UM DIA EM GRANDE!



No dia 29 de Setembro de 2009 o grupo do curso EFA B3 de Freamunde deu asas a uma aventura no Parque Biológico de Gaia.
A aventura começa quando o grupo se junta na companhia da formadora Marta, para um belo piquenique.
A boa disposição começa a ser notória, por parte de todos nós, havia muitas coisas boas para comer e, claro, muita alegria! Já com a barriga mais cheia, aproveitámos para festejar o aniversário de uma colega muito querida, a Ana Isabel.
Depois de tudo isto, o grupo e a formadora tiveram a oportunidade de ver uma exposição de um grande senhor - Charles Darwin, uma exposição muito interessante!
Demos entrada no parque com 35 hectares e um percurso com 3 km. Fui andando à descoberta daquele imenso mundo de floresta e animais que nela coabitam. A cada passo uma sensação diferente, pois havia muitas espécies de animais. Alguns arrepiaram-me um pouco, mas sem dúvida, era um paraíso ver tudo aquilo e o cheiro das árvores, o calcar das bolotas que faziam um som engraçado. À mistura, as gargalhadas do grupo ao ver alguns animais que faziam algo divertido!
Deparei-me num mundo puro e real, no qual me senti muito bem! O percurso começava ser cansativo para os meus pés, mas lá continuei com o grupo entusiasmado. Tivemos um bonito momento de poesia lido pela formadora Marta!
No meio deste percurso ainda houve tempo para pousarmos para a foto de grupo.
O percurso era enorme, mas realmente para mim valeu a pena o esforço para ver tudo aquilo, e fez-me aperceber que no nosso país há coisas muito bonitas e belas, que ainda estão por descobrir.
Saímos do parque já com algum cansaço, mas com um grande sorriso de satisfação. A nossa formadora Marta, como não podia faltar, lá nos pôs em posição para mais uma e outra foto para recordação, e com a sua boa disposição ainda nos pôs a ensaiar uma dança que foi muito divertida. Depois disto tudo, fomos todos lanchar para recuperar as energias, aproveitando assim para terminarmos este dia em grande. Já satisfeitos, despedimo-nos da nossa formadora, e fizemos rumo regresso a casa.
Gostei muito deste dia porque para mim foi cheio de emoções!
Mais uma vez agradeço esta oportunidade de conhecer algo de novo e pelo convívio entre colegas e formadores!

CÉU CARVALHO

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

PARQUE BIOLÓGICO DE GAIA




Iniciámos a nossa tarde calorosa com um piquenique saboroso, em que a turma degustou o que estava exposto na mesa e que havíamos confeccionado em nossas casas.
Depois de saciarmos o nosso apetite, dirigimo-nos para a exposição de Charles Darwin, pois ele era um indivíduo dotado de grandes qualidades pessoais.
Há 150 anos Charles Darwin demonstrou que a vida evolui desde as formas mais simples até às actuais, teorizando sobre a selecção natural em que os seres vivos conseguiram, progressivamente, criar novas adaptações ao ambiente e fixaram e transmitiram essas adaptações às gerações seguintes.
De seguida, fomos para o grande parque biológico onde habitam várias espécies animais. Tive a oportunidade de percorrer uma grande caminhada, olhando fixamente para cada espécie. O cheiro a verdura e a terra fez-me sentir que ao longo do caminho vestia um papel de um naturalista da BBC.
A exposição que mais me fascinou foi o Biorama. Adorei esta aventura…
Não podemos deixar de nos esquecer que se todas as espécies se tivessem extinguido, hoje o homem não existiria.

MARLENE MACHADO

Poder desfrutar da natureza é maravilhoso!


Dia 29 de Setembro de 2009, eu, os meus colegas do Curso EFA e a formadora Marta de LC, fomos até VILA NOVA DE GAIA.
Um sítio espectacular localizado entre Avintes e Vilar de Andorinho, chamado PARQUE BIOLÓGICO DE GAIA. Um parque com 35 hectares, cheio de emoções, sentimentos, uma sensação de estar livre do/no mundo.
São 3 km de percurso onde se encontram bosques, quintas reabilitadas, noras, moinhos, e um vasto leque de botânicas.
Nesses 3 km que se percorrem a pé quase sem se dar conta, podemos apreciar várias espécies de animais, estar em contacto com eles, como a experiência que tivemos de um burrito ter estado à conversa connosco.
Também vimos as quintas biológicas cheias de frutos e legumes, as casas antigas, tudo de nos encher de boas recordações. Tudo era mais saudável, tudo provinha das nossas terras.
Tivemos a oportunidade de conhecer o biorama, um espaço fabuloso onde encontramos a floresta tropical, a savana, o deserto, vendo as excelentes condições para os nossos animais e conhecer melhor o habitat deles.
Dentro do parque, vimos uma exposição de CHARLES DARWIN. Não conhecia este cientista, mas tem uma história interessante, uma exposição maravilhosa!
Foi um dia bonito, relaxante, solto das preocupações. Fui conhecer sítios novos, pois a natureza é um fio que nós podemos sempre puxar.
Para isso temos que a preservar e fazer com que ela cresça saudável. Não a podemos matar, temos de ter consciência que o futuro está nas nossas mãos.

DULCE PINTO

Visita ao Parque Biológico de Gaia




No dia 29 de Setembro realizámos uma visita de estudo ao Parque Biológico de Gaia.
Estava curiosa com o que ia encontrar. Não há nada que me faça sentir melhor do que a natureza, a sensação de liberdade e o ar puro.
Almoçámos no parque das merendas. Cada um levara um petisco e estava tudo muito bom!
Cantámos os parabéns à Ana Isabel, que completou 24 primaveras, e de seguida fomos tomar café ao bar do parque.
Nas instalações do parque tinha uma exposição comemorativa do 2º centenário do nascimento de Charles Darwin, um grande escritor e cientista inglês, que percorreu o mundo para estudar a evolução do homem e as suas características. Tive muita pena de não poder visitar a exposição - estava muito calor e não me dou em ambientes fechados...
De seguida, fomos visitar o parque. O percurso era de 3 km, não se podia fazer barulho para não assustar os animais. Fomos caminhando e seguindo as indicações. O parque tem animais em cativeiro que podíamos ver nos observatórios que estavam legendados com os respectivos nomes e ficha técnica. Pelo caminho podíamos admirar a vegetação e alguns animais que andavam à solta. Entrámos no biorama e foi fantástico! Há várias divisões com diferentes climas - o deserto, a praia, a floresta tropical e até recriaram a era dos dinossauros.
Continuando a caminhada, pudemos também observar um compostor - recipiente para armazenar matéria orgânica destinada à compostagem.
Mais abaixo havia campos com alguns tipos de plantações - tudo biológico - e alguns animais da quinta: as cabras anãs, ovelhas, um burro meiguinho que gostava de carícias e um porco que estava na casa de campo, onde existia um museu agrícola.
Pelo caminho, a formadora Marta observou que uma raiz tinha partido o asfalto e logo leu o poema "A Flor e a Náusea" de Carlos Drummond de Andrade, que se encaixou perfeitamente no contexto.
O parque é maravilhoso!
Está muito bem organizado, tem muitas espécies animal e vegetal, do nosso país e algumas de países estrangeiros, mas que se adaptam perfeitamente no nosso clima.
Gostei muito desta visita!

ROSA FERREIRA
A Flor e a Náusea

Preso à minha classe e a algumas roupas,
Vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me'?

Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.
O tempo pobre, o poeta pobre
fundem-se no mesmo impasse.

Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.

Vomitar esse tédio sobre a cidade.
Quarenta anos e nenhum problema
resolvido, sequer colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida.
Todos os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais
e soletram o mundo, sabendo que o perdem.

Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.

Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.
Ao menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo
e dou a poucos uma esperança mínima.

Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.

Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.

Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde
e lentamente passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.
É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.

Carlos Drummond de Andrade

VISITA AO PARQUE BIOLÓGICO DE VILA NOVA DE GAIA


Adorei a visita ao Parque Biológico. Vi muitos animais e árvores que nunca tinha visto. Mas vou começar do princípio: quando chegámos lá, com a formadora de Linguagem e Comunicação, e como já era hora de almoço fomos para a zona dos piqueniques, onde comemos todos em conjunto. Foi muito divertido: comemos, tirámos fotos, rimos, conversámos, brincámos…
Depois de já termos recuperado forças, fomos visitar a sala de exposições existente no Parque. O que mais gostei de ver aí foi a Teoria da Evolução, de Charles Darwin. Fiquei a compreender melhor como se deu a evolução do Homem, desde os primórdios da civilização até aos dias de hoje.
Depois da visita ao à exposição, fomos então ver o resto do Parque, mais precisamente a zona de floresta. Aqui foi-nos dito para não fazermos barulho pois isso poderia assustar os animais. Gostei muito de ver animais como coelhos selvagens, burros, iguanas, tartarugas, aves de diversas espécies, e alguns papagaios, os quais estavam numa zona de recuperação. Alguns destes animais estão já em vias de extinção, sendo por isso já muito raros.
À medida que íamos avançando, íamos também respirando aquele ar puro e sentindo o cheiro a terra, e tudo isto me fazia lembrar os meus tempos de criança, quando ia para casa dos meus avós.
De seguida passámos por um local onde existia uma espécie de cerca, e lá dentro tinha um burro, que me pareceu bastante assustado, pois começou a zurrar muito quando nos viu…
Foi junto deste local que resolvemos parar por breves instantes para descansar um pouco, pois nesta altura já tínhamos andado um bom bocado.
Depois lá continuámos a visita pela zona de floresta. Passámos por uma zona de castanheiros e, à medida que íamos andando, eu ia apanhando algumas castanhas que tinham caído ao chão (ih ih ih!).
Vimos também uma vaca no pasto e a tratadora a cuidar dela.
Tudo isto era muito bonito. A floresta tinha muitas espécies de animais e árvores, e tudo muito bem tratado e arranjado. Para além do ar puro que respirámos, aprendemos muita coisa, nomeadamente a respeitar a Natureza e os animais para não afectar o seu equilíbrio.
Durante esta visita, e segundo nos foi informado no início, andámos cerca de três quilómetros, daí que, no final, estivéssemos todos muito cansados.
Tive uma grande sensação de liberdade, paz e tranquilidade durante todo o tempo que durou a visita.
Antes de virmos embora ainda aproveitámos para tirar mais umas fotos em conjunto e lanchar, para de seguida regressarmos a casa.
Gostei muito desta visita, não só por tudo o que vi no Parque, mas também pelo convívio com todos os colegas e com a formadora.

DONZÍLIA FERREIRA

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Onde poupar energia em casa?! Parte II

. Usar a máquina da roupa e a máquina da louça com a carga completa.

. Desligar os equipamentos (TV, DVD, computador, monitor, impressora, aparelhagens, microondas, etc.) no botão, em vez de os deixar em stand-by.

. Reduza as infiltrações nas janelas e nas portas calafetando as fugas.

. Use janelas selectivas eficientes (vidro duplo selectivo com caixilharia com corte térmico).

. Durante a noite, feche as cortinas e as persianas.

. Durante o Verão, utilize a ventilação nocturna para arrefecer a casa.

. Substitua as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras (CFL’s). O custo inicial das CFL’s é maior, mas o investimento é recuperado rapidamente (1 ano) através da poupança de energia que elas proporcionam ao longo da sua vida útil, uma vez que duram muito mais do que as lâmpadas incandescentes.

. Considere a hipótese de usar LED’s para substituir as lâmpadas de halogéneo.

. Mantenha o frigorífico entre os 3º e os 4ºc e o congelador nos -18ºc.

. Mantenha o frigorífico afastado do forno, máquina da louça, luz directa do sol ou de outras fontes de calor.

. Deixe um espaço atrás e por cima do frigorífico/congelador (pelo menos 10 cm) para que o ar circule.

. Use o frigorífico até à capacidade máxima, mas não demasiado para permitir que as portas fechem e que o ar circule.

. Não coloque líquidos destapados no frigorífico. Os líquidos libertam vapores que aumentam o consumo.

. Deixe a comida arrefecer antes de a guardar no frigorífico.

. Abra a porta somente quando necessário e certifique-se de que o vedante da porta está limpo e justo.

. Descongele a sua comida dentro do frigorífico para poupar energia.

. Mantenha o dissipador na parte de trás do frigorífico limpo, para garantir uma troca de ar eficiente. Uma grelha suja pode representar um acréscimo de consumos até 30%.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Onde poupar energia em casa?!

.Feche sempre as janelas quando estiver a aquecer ou a arrefecer a sua casa.
.Use a luz do dia - proporciona a melhor qualidade de luz e é gratuita!
.Use lâmpadas fluorescentes em locais onde a qualidade da luz não é tão importante (cozinha e garagem)
.
.Usar redutores de caudal nas torneiras.

.Fechar a torneira quando não está a usar a água.

.Usar janelas de elevada eficiência (vidro duplo selectivo).

.Preferir os transportes públicos aos particulares, partilhar os transportes particulares ou pratique uma condução eficiente (ecodrive).

.Se possível, usar um colector solar para aquecer a água.

.Preferir o duche ao banho.

.Desligue no botão as televisões, os computadores, etc. quando estes não estão a ser utilizados
.
.Utilize impressoras de jacto de tinta, que usam até 95% menos energia do que as impressoras a laser.

.Prefira os computadores portáteis aos computadores de secretária, pois consomem menos electricidade
.
.Compre sempre equipamento com a etiqueta Energy Star e verifique se tem a etiqueta ECO.

.Em vez de ver TV ou de jogar consola, ande de bicicleta ou pratique o seu desporto favorito com amigos.

.Desligar as luzes nos espaços desocupados.

.Usar lâmpadas economizadoras.

.Comprar electrodomésticos de classe de eficiência energética A ou superior (A+, A++).


Mais dicas brevemente!

Luís Pinheiro


sábado, 19 de setembro de 2009

TERRA, uma marca registada!

Patek Philippe, uma das mais famosas e conceituadas marcas de relógios do mundo, tinha como slogan de uma campanha publicitária:

«Ninguém é verdadeiramente proprietário de um Patek Philippe. Limita-se a conservá-lo para a geração seguinte».

O que esta prestigiada marca de relógios suíços, verdadeira lenda no mercado da alta-relojoaria, da precisão e da durabilidade fez foi salientar a qualidade, o incalculável valor de uma peça única que não pode ser possuída, mas tão somente estimada e preservada até à geração seguinte, como um precioso legado de pai para um filho.

Esta máquina de medir o tempo torna-se ela mesma resistente ao tempo que visa medir e é de tal forma valiosa que sabemos que "nunca somos verdadeiramente donos de um"...

Ao contrário do eficiente medidor suíço, não existe um instrumento que meça com rigor as consequências do comportamento humano. e no entanto, não podemos mais simular desconhecimento ou indiferença pelo modelo de desenvolvimento que vimos a assumir e pelas consequências que advêm. Elas estão à vista de cada um.

A partir do momento em que se sabe esgotáveis, os direitos públicos deixam de o ser e passam a ser comuns. A atmosfera, a hidrosfera, a biodiversidade são material indivisível e do qual todos dependemos.

Eu não estou só, eu não tenho o direito exclusivo de propriedade, eu não possuo verdadeiramente. E, por isso, urge zelar pelo que é comum e pelo legado que vou deixar aos meus.

Os comportamentos humanos assumem uma dimensão colectiva.

«Tudo está ligado com tudo». Não existe acto sem consequência. Como a pedra atirada no charco e ela já foi lançada.

Precisamos de agir em busca de um mundo melhor.

Para Popper, filósofo do sé. XX, «o homem não poderá nunca mais regressar à pretensa inocência e harmonia da sociedade fechada. Se sonharmos com um regresso à infância, se delegarmos nos outros aquilo que nos compete, se nos furtarmos à incumbência da razão, da responsabilidade, então teremos que tentar fortalecer-nos na compreensão clara e precisa da decisão tomada: o regresso ao estado animal».

Não é tempo de voltar ao passado! de ignorarmos o que está a acontecer!

É tempo de cuidarmos do melhor presente e de, à semelhança do slogan da marca de relógios suíça, dizer:

«Ninguém é verdadeiramente proprietário da Terra. Limita-se a preservá-la para a geração seguinte».

Porque a melhor forma de ter é dar!

Marta Silva


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

NAO DEIXE QUE AQUEÇA MAIS
CRIADO POR: MARLENE MACHADO
COLEGIOSANTOSANJOS.COM.BR/BLOG

Aquecimento Global

UM GELADO AMARGO
IMAGEM RETIRADA DE WWW.COLEGIODOSANJOS.COM.BR

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Filme Surpresa

Mais um contributo ecológico da turma de freamunde com a presença da formadora Sandra Varzim (a 1ª Florzinha!!!)

S.O.S. Terra

Quando nos lançam um desafio, como me lançou a mediadora, Drª Cecília, para escrever para este blog, eu aceitei. Vá, confesso que inicialmente resisti, mas acabei por ceder e escrever o que agora vocês podem ler. Começar por escrever algo sobre Ambiente, SOS Terra, Planeta Terra, Reciclagem, Separação de Lixos, Ecologia... enfim, uma infinidade de palavras e termos existentes, não é difícil. Difícil é saber por onde começar! Contudo, o meu ponto de partida foi mesmo a palavra "desafio". O meu desafio, o NOSSO desafio é o problema que toda a gente fala, pensa, comenta, opina, escreve, canta e, ainda, poucos fazem... Não adianta dizermos que temos de fazer, que todos devíamos fazer para salvar o Planeta. Disso já sabemos e cansados de saber estamos.

Temos dificuldade em aceitar que o mais importante não é o "nós", é o "eu"! Eu, como pessoa e mais importante, como ser tenho o dever de fazer algo por mais pequeno que seja o acto para ajudar o meu Planeta Terra. Não venho falar da Poluição pois creio que é o tema mais debatido, nas televisões, nas revistas, nas rádios, nas escolas e em quase todo o lado. Alguns exemplos de problemas são a destruição da camada de ozono, que nos protege dos raios UV e impede o aumento da temperatura da Terra, dando-nos assim condições para cá viver; o aquecimento global, que tem provocado o degelo dos glaciares e consequentemente provocará a subida do nível médio das águas do mar o que provocará o desaparecimento de algumas zonas litorais; a desflorestação; a desertificação, são vários problemas que a cada dia que passa destroem a nossa “Casa”. Disso já todos nós sabemos! Há que agir, que fazer, que aprender e ensinar a mudar o que está errado e não esperarmos que os outros o façam por nós. Salvar o Planeta. É Agora ou Agora.

http://www.youtube.com/watch?v=YeTNJglInfc&feature=fvw

Luis Pinheiro

S.O.S.

“Ill send an s.o.s to the world”
Sting & Police

Mandar uma “message in a bottle” com o fito de alertar o mundo para a atenção devida ao planeta azul não resultaria – poluiria ainda mais o ambiente e jamais teria a força e a eficácia de uma imagem televisiva ou internética.
Que fazer, então, para contrariar a tendência desastrosa do rumo anti-natural imposto à Terra?
Os meus argumentos não são maiores do que os de um ambientalista, de um activista ecológico, ou de um qualquer consciente cidadão do mundo - respeitador do condomínio global que habitamos e cumpridor das políticas de boa vizinhança -, eu sei. Mas sei também que compete a cada um dar o exemplo, pugnar por uma sociedade sustentável, sentir a responsabilidade pelo bem-estar actual do planeta e pela vida das gerações vindouras.
Pelos vistos a escolha é mesmo nossa – criar uma força à escala mundial para cuidar da Terra ou aventurarmo-nos na desresponsabilização, na apatia e na consequente destruição da humanidade e da diversidade da vida.
Se todas as garrafas que flutuam nas águas se transformassem em gritos suplicantes e desesperantes de ajuda, criar-se-ia uma onda global que ecoaria em todos os cantos do mundo e assustaria de morte as populações. Tornar-se-iam finalmente conscientes de todos os males!
Ao bom jeitinho português, o mundo só se vai lembrar de Santa Bárbara quando trovejar muito forte. Quando o homem agir, não será porque ousa fazê-lo, nem porque o faz por convicção ecológica e patriótica universal, mas porque tem medo dos males que correm veloz e irremediavelmente atrás de si. Infelizmente, será tarde demais.
Não podemos permitir que o “tarde demais” se instale. Evocando a Carta da Terra – uma declaração internacional de princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica, no século XXI – termino com um alerta: é preciso mudar a “mente e o coração”, é preciso “um novo começo”; é preciso encontrar um “novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal”.
Alinhar ao centro
Porque há utopias que se transformam em lugares,
Cecília Ferreira