terça-feira, 29 de setembro de 2009

Onde poupar energia em casa?!

.Feche sempre as janelas quando estiver a aquecer ou a arrefecer a sua casa.
.Use a luz do dia - proporciona a melhor qualidade de luz e é gratuita!
.Use lâmpadas fluorescentes em locais onde a qualidade da luz não é tão importante (cozinha e garagem)
.
.Usar redutores de caudal nas torneiras.

.Fechar a torneira quando não está a usar a água.

.Usar janelas de elevada eficiência (vidro duplo selectivo).

.Preferir os transportes públicos aos particulares, partilhar os transportes particulares ou pratique uma condução eficiente (ecodrive).

.Se possível, usar um colector solar para aquecer a água.

.Preferir o duche ao banho.

.Desligue no botão as televisões, os computadores, etc. quando estes não estão a ser utilizados
.
.Utilize impressoras de jacto de tinta, que usam até 95% menos energia do que as impressoras a laser.

.Prefira os computadores portáteis aos computadores de secretária, pois consomem menos electricidade
.
.Compre sempre equipamento com a etiqueta Energy Star e verifique se tem a etiqueta ECO.

.Em vez de ver TV ou de jogar consola, ande de bicicleta ou pratique o seu desporto favorito com amigos.

.Desligar as luzes nos espaços desocupados.

.Usar lâmpadas economizadoras.

.Comprar electrodomésticos de classe de eficiência energética A ou superior (A+, A++).


Mais dicas brevemente!

Luís Pinheiro


sábado, 19 de setembro de 2009

TERRA, uma marca registada!

Patek Philippe, uma das mais famosas e conceituadas marcas de relógios do mundo, tinha como slogan de uma campanha publicitária:

«Ninguém é verdadeiramente proprietário de um Patek Philippe. Limita-se a conservá-lo para a geração seguinte».

O que esta prestigiada marca de relógios suíços, verdadeira lenda no mercado da alta-relojoaria, da precisão e da durabilidade fez foi salientar a qualidade, o incalculável valor de uma peça única que não pode ser possuída, mas tão somente estimada e preservada até à geração seguinte, como um precioso legado de pai para um filho.

Esta máquina de medir o tempo torna-se ela mesma resistente ao tempo que visa medir e é de tal forma valiosa que sabemos que "nunca somos verdadeiramente donos de um"...

Ao contrário do eficiente medidor suíço, não existe um instrumento que meça com rigor as consequências do comportamento humano. e no entanto, não podemos mais simular desconhecimento ou indiferença pelo modelo de desenvolvimento que vimos a assumir e pelas consequências que advêm. Elas estão à vista de cada um.

A partir do momento em que se sabe esgotáveis, os direitos públicos deixam de o ser e passam a ser comuns. A atmosfera, a hidrosfera, a biodiversidade são material indivisível e do qual todos dependemos.

Eu não estou só, eu não tenho o direito exclusivo de propriedade, eu não possuo verdadeiramente. E, por isso, urge zelar pelo que é comum e pelo legado que vou deixar aos meus.

Os comportamentos humanos assumem uma dimensão colectiva.

«Tudo está ligado com tudo». Não existe acto sem consequência. Como a pedra atirada no charco e ela já foi lançada.

Precisamos de agir em busca de um mundo melhor.

Para Popper, filósofo do sé. XX, «o homem não poderá nunca mais regressar à pretensa inocência e harmonia da sociedade fechada. Se sonharmos com um regresso à infância, se delegarmos nos outros aquilo que nos compete, se nos furtarmos à incumbência da razão, da responsabilidade, então teremos que tentar fortalecer-nos na compreensão clara e precisa da decisão tomada: o regresso ao estado animal».

Não é tempo de voltar ao passado! de ignorarmos o que está a acontecer!

É tempo de cuidarmos do melhor presente e de, à semelhança do slogan da marca de relógios suíça, dizer:

«Ninguém é verdadeiramente proprietário da Terra. Limita-se a preservá-la para a geração seguinte».

Porque a melhor forma de ter é dar!

Marta Silva


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

NAO DEIXE QUE AQUEÇA MAIS
CRIADO POR: MARLENE MACHADO
COLEGIOSANTOSANJOS.COM.BR/BLOG

Aquecimento Global

UM GELADO AMARGO
IMAGEM RETIRADA DE WWW.COLEGIODOSANJOS.COM.BR

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Filme Surpresa

Mais um contributo ecológico da turma de freamunde com a presença da formadora Sandra Varzim (a 1ª Florzinha!!!)

S.O.S. Terra

Quando nos lançam um desafio, como me lançou a mediadora, Drª Cecília, para escrever para este blog, eu aceitei. Vá, confesso que inicialmente resisti, mas acabei por ceder e escrever o que agora vocês podem ler. Começar por escrever algo sobre Ambiente, SOS Terra, Planeta Terra, Reciclagem, Separação de Lixos, Ecologia... enfim, uma infinidade de palavras e termos existentes, não é difícil. Difícil é saber por onde começar! Contudo, o meu ponto de partida foi mesmo a palavra "desafio". O meu desafio, o NOSSO desafio é o problema que toda a gente fala, pensa, comenta, opina, escreve, canta e, ainda, poucos fazem... Não adianta dizermos que temos de fazer, que todos devíamos fazer para salvar o Planeta. Disso já sabemos e cansados de saber estamos.

Temos dificuldade em aceitar que o mais importante não é o "nós", é o "eu"! Eu, como pessoa e mais importante, como ser tenho o dever de fazer algo por mais pequeno que seja o acto para ajudar o meu Planeta Terra. Não venho falar da Poluição pois creio que é o tema mais debatido, nas televisões, nas revistas, nas rádios, nas escolas e em quase todo o lado. Alguns exemplos de problemas são a destruição da camada de ozono, que nos protege dos raios UV e impede o aumento da temperatura da Terra, dando-nos assim condições para cá viver; o aquecimento global, que tem provocado o degelo dos glaciares e consequentemente provocará a subida do nível médio das águas do mar o que provocará o desaparecimento de algumas zonas litorais; a desflorestação; a desertificação, são vários problemas que a cada dia que passa destroem a nossa “Casa”. Disso já todos nós sabemos! Há que agir, que fazer, que aprender e ensinar a mudar o que está errado e não esperarmos que os outros o façam por nós. Salvar o Planeta. É Agora ou Agora.

http://www.youtube.com/watch?v=YeTNJglInfc&feature=fvw

Luis Pinheiro

S.O.S.

“Ill send an s.o.s to the world”
Sting & Police

Mandar uma “message in a bottle” com o fito de alertar o mundo para a atenção devida ao planeta azul não resultaria – poluiria ainda mais o ambiente e jamais teria a força e a eficácia de uma imagem televisiva ou internética.
Que fazer, então, para contrariar a tendência desastrosa do rumo anti-natural imposto à Terra?
Os meus argumentos não são maiores do que os de um ambientalista, de um activista ecológico, ou de um qualquer consciente cidadão do mundo - respeitador do condomínio global que habitamos e cumpridor das políticas de boa vizinhança -, eu sei. Mas sei também que compete a cada um dar o exemplo, pugnar por uma sociedade sustentável, sentir a responsabilidade pelo bem-estar actual do planeta e pela vida das gerações vindouras.
Pelos vistos a escolha é mesmo nossa – criar uma força à escala mundial para cuidar da Terra ou aventurarmo-nos na desresponsabilização, na apatia e na consequente destruição da humanidade e da diversidade da vida.
Se todas as garrafas que flutuam nas águas se transformassem em gritos suplicantes e desesperantes de ajuda, criar-se-ia uma onda global que ecoaria em todos os cantos do mundo e assustaria de morte as populações. Tornar-se-iam finalmente conscientes de todos os males!
Ao bom jeitinho português, o mundo só se vai lembrar de Santa Bárbara quando trovejar muito forte. Quando o homem agir, não será porque ousa fazê-lo, nem porque o faz por convicção ecológica e patriótica universal, mas porque tem medo dos males que correm veloz e irremediavelmente atrás de si. Infelizmente, será tarde demais.
Não podemos permitir que o “tarde demais” se instale. Evocando a Carta da Terra – uma declaração internacional de princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica, no século XXI – termino com um alerta: é preciso mudar a “mente e o coração”, é preciso “um novo começo”; é preciso encontrar um “novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal”.
Alinhar ao centro
Porque há utopias que se transformam em lugares,
Cecília Ferreira